tudo isto para dizer, que mesmo que não acorde com esta música (quase que não se classifica como música) na cabeça, são sempre pequenos trechos que lembro no decorrer desses dias (como por exemplo, quando a florista não tem cravos, porque isso é flor de funeral e só por encomenda).
aqui pode-se entrar no fmi do josé mário branco. e aviso as almas sensíveis que além de panfletária é igualmente depressiva.
(pequeno aparte, fiquei a saber que no auge do anti-comunismo aqui nos eua, o 1 de maio era o loyalty day! o dia do trabalhador é celebrado em setembro, não sei em que dia porque é suposto que vá trabalhar)
:O passei a semana a ouvir isto!
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ResponderEliminare o zé mário a dizer que algumas partes do texto poderão já não ser muito actuais (em mil novecentos e carqueja!)... Ah, nada mais actual que o FMI, caraças!
ResponderEliminarhã hã, então foi esta a tua banda sonora da semana (ele já foi barbudo e tudo).
ResponderEliminardiria que as únicas coisas não actuais são os nomes dos intervenientes políticos.
eu gosto da parte dos "cabrões de vindouros..." e de gritar "lourosa, lourosa, marrazes, marrazes".
eheheh, também gosto muito do "cabrões de vindouros". Sempre a merda do futuro...
ResponderEliminar(eu aproveitei para gritar "quero ser feliz porra! quero ser feliz agora!")