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segunda-feira, julho 18
terça-feira, janeiro 27
sexta-feira, abril 5
quinta-feira, janeiro 27
quarta-feira, janeiro 26
dedicatória
a quem me gosta de dar "cantigas"...
Patinho De Borracha
Pelo que vejo
És um marujo da banheira
E antevejo
Um bárbaro e vil desfecho
Mal te abram a torneira
Já se vislumbra uma desgraça
No teu desejo
De ter a maior traineira
Talvez te estampes
E uma onda ainda te mande
Contra o esmalte da banheira
Ou contra um pato de borracha
Eu também já desbravei ondas dos sete mares
E fui comandante de uma frota de alguidares
Mas a solidão e alguma desilusão
Cantam-me assim
Faz-te falta um faroleiro
Que te afaste a luz dos olhos
Que te aponte para os molhes
Que há tanta ilusão na vida
Por te ouvir tantas cantigas
Já deixei de acreditar
Tu vai lá contra os patinhos
Que eu remo este alguidar
Pelo que vejo
Pelo peixe que pescaste
Deste tamanho
Encolheu ou foi mirrando
Ou dissolveu-se no balde
Ou nunca houve peixe nenhum
E caldeirada de batatas e cebolas
Foi cozinhada sem cebolas nem batatas
Nem um tacho para lá pô-las
Que não te faltem latas de atum
Já fui embalada
Pelo canto da sereia
Levei-a para casa
Fiz filetes e papei-a
Será digestão, consciência ou razão
Que eu oiço em mim
Faz-te falta um faroleiro
Que te afaste a luz dos olhos
Que te aponte para os molhes
Que há tanta ilusão na vida
Por te ouvir tantas cantigas
Já deixei de acreditar
Tu vai lá contra os patinhos
Que eu remo este alguidar
Patinho De Borracha
Pelo que vejo
És um marujo da banheira
E antevejo
Um bárbaro e vil desfecho
Mal te abram a torneira
Já se vislumbra uma desgraça
No teu desejo
De ter a maior traineira
Talvez te estampes
E uma onda ainda te mande
Contra o esmalte da banheira
Ou contra um pato de borracha
Eu também já desbravei ondas dos sete mares
E fui comandante de uma frota de alguidares
Mas a solidão e alguma desilusão
Cantam-me assim
Faz-te falta um faroleiro
Que te afaste a luz dos olhos
Que te aponte para os molhes
Que há tanta ilusão na vida
Por te ouvir tantas cantigas
Já deixei de acreditar
Tu vai lá contra os patinhos
Que eu remo este alguidar
Pelo que vejo
Pelo peixe que pescaste
Deste tamanho
Encolheu ou foi mirrando
Ou dissolveu-se no balde
Ou nunca houve peixe nenhum
E caldeirada de batatas e cebolas
Foi cozinhada sem cebolas nem batatas
Nem um tacho para lá pô-las
Que não te faltem latas de atum
Já fui embalada
Pelo canto da sereia
Levei-a para casa
Fiz filetes e papei-a
Será digestão, consciência ou razão
Que eu oiço em mim
Faz-te falta um faroleiro
Que te afaste a luz dos olhos
Que te aponte para os molhes
Que há tanta ilusão na vida
Por te ouvir tantas cantigas
Já deixei de acreditar
Tu vai lá contra os patinhos
Que eu remo este alguidar
quinta-feira, janeiro 20
A repartir o mal pelas aldeias
Sou mesmo boa a perder tempo. Hoje perdi horas a escolher as cores para as gráficos e para os mapas da apresentação que já devia estar pronta. E o meu barbudo novo não está a ajudar nadinha... Portanto, resolvi vir aqui e repartir este mal pelas aldeias!
Etiquetas:
barbudo,
como é que isto se pára?,
e se eu trabalhasse,
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